De repente o amor. Existe alguém neste mundo preparado pra isso? Realmente o amor não precisa de motivos, é estado de graça e com amor não se paga já diria o Drummond.Mas vem cá, "o Amor é primo da morte?" - Jamais! Muito menos dela vencedor.
"Nunca é tarde demais também", já diria o Amarante. Mas para se libertar deste.
O Amor só acontece, pois não nos amamos o bastante. Fomos criados erroneamente a depender de outras pessoas sentimentalmente e usá-las como alicerce pra tudo em nossas vidas. Não aprendemos, no entanto, em nos livrar de nossos sentimentos mais egoístas. De abrir mão de nossas individualidades e ceder para que ocorra então, uma troca justa.
"O casamento é uma instituição falida" - concordo. "E o amor?" - replico eu. Alguém poderia me responder esta pergunta?
"O Amor é da morte vencedor" - NÃO!!!! Isso não. A morte sempre vence o amor.
A falta de paciência também. A arrogância e os mimos nos quais nunca abandonaremos.
Planos são bons para serem pensados, e somente isso. Da teoria para a prática existe uma distorção que faz mudar muito de sentido o que antes estava somente no papel.
Essa eterna disputa de quem é melhor e quem está certo nos consome. Nos deixa tão carentes quanto antes do amor.
É verdade: nós só amamos outras pessoas porque não conseguimos sentir o mesmo por nós.
Um Homem seguro e com seu amor-próprio no auge, jamais submeteria-se a ser unigâmico e dedicar toda a sua vida a uma única pessoa egoísta e individualista como ele, na qual ele terá a certeza de que depois que a paixão se for, se é q ela ocorrerá, eles continuarão juntos.
Tempo perdido...
Amores falsos. Atração fumegante. E só! É isso o que os seres humanos vivenciam durante 'every single second of their pathetic life.'
Trocamos sempre de par mesmo! Isso, nós! - primeira pessoa do plural - nossa antiga paixão, por quem suprimir nossas carências naquele momento, preferencialmente se for mais atraente ou carinhoso e atencioso que o anterior.
Não há como tirar conclusão disso. Cada um tem sua opinião - e longe de mim ser o dono da verdade.
Ame-se mais que qualquer pessoa neste mundo, e sofrerás menos.
Amando-se, você não dependerá do amor de mais ninguém, e, se um dia lhe tirarem este “alicerce” no qual todos estão acostumados a se apoiar, você não 'desabará'.
Seja bigâmico, poligâmico, pan, homo, hetero, bi, tri, e tudo mais o que lhe fizer feliz e você conseguir ser em sua vida. Ame-se e tudo dará certo.
felicidades..
(foto: filme De repente é amor)
2 comentários:
pessoas.. eu não sei onde estava com a cabeça quando escrevi este texto. mas sempre que o releio, acho muito utópico, porém, genial.
por isso ainda não acredito ter sido eu quem escreveu.
Muito bom, parabéns para os dois. Que bom que voltou a escrever, mesmo que em um blog de outra pessoa...
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