29 de jan. de 2007

perder para ganhar?!?


De volta às origens, para um viciado em fotografia como eu, é impossível deixar de registrar o mundo 'aos meus olhos', daí comecei a usar minha velha Rainbow 35mm. O mais impressionante, é a lente carl zeiss dela de 35mm com um zoom magnífico no qual eu nem lembrava.

Tudo isso se deu à uma fatalidade(?) que me ocorreu há 30 dias atrás...

É claro que vai ficar dicícil me desvencilhar da praticidade de bater 500 fotos pra aí sim decidir qual realmente ficou boa, até porque um filme de boa qualidade e uma revelação não saem por quaisquer trocadinhos, mas essa comodidade das
digitais nos tira essa percepção mesmo q incoscientemente. Será de imenso prazer exercitar este sexto sentido novamente.

Perder a mania de olhar no
LCD também não vai ser fácil, porém, usar o fotômetro e o histograma novamente tem sido um desafio grande.

Enfim.. cada foto batida daqui pra frente será pensada e planejada muito melhor do que com a digital, e, quem sabe daí podem sair fotos melhores que as melhores que eu já bati na vida. Será?

27 de jan. de 2007

rosemary's baby..


Baseado em um livro do escritor nova iorquino
Ira Levin, o bebê de rosemary se tornou um clássico dos clássicos do cinema mundial após uma brilhante adaptação do genial Polanski.

Não se trata de apenas um filminho de terror. Na minha opinião, ele foi o divisor de águas do gênero. Foi a partir daí que outros clássicos também começavam a criar formas, como
o exorcista.

Na trama, Rosemary e seu marido, um ator fracassado, se mudam para um antigo prédio em ny, quando ela descobre estar grávida. No decorrer do filme, ela ainda descobre q seu marido, Guy, está combinando com um casal de velhinhos seus vizinhos, de vender seu filho ao diabo em troca de sucesso.
Rosemary é então envenenada com um mousse de
chocolate que lhe foi oferecido por sua vizinha. Ela estranha o gosto, e tenta explicá-lo ao Guy, dizendo ter gosto de giz... (e por aí vai)

...

E aí está a melhor explicação q posso dar sobre o nome deste blog. (E cá entre nós, é uma bela estória, vai)

...

O mais curioso disso tudo, é que o marido da Rosemary, foi interpretado pelo ator John Cassavetes, que por sua vez, ainda é um excelente diretor na minha humilde opinião. Até aí tudo bem, não fosse a incrível coincidência de ter acontecido um grande especial sobre ele no mês passado no ccbb, no qual eu fui muitíssimo bem acompanhado pela giz, minha carteirinha de cinepasse e meus chocolates inclusive, várias vezes assistir seus filmes.:
  • Shadows (1959)
  • Faces (1968)
  • A woman under the influence(1974)
  • The killing of a chinese bookie(1976)
cya..


25 de jan. de 2007

smith, ricardo, marx..

Percepção é estar ligado a seu meio. isso inclui pessoas, objetos e outros seres vivos.
Perceber o bom da vida é por muitas vezes impossível. Amar não significa nada para algumas culturas. Assim como a monogamia. E quem aqui pode julgá-los?

Aproveitando uma frase aparentemente imbecil por um lado, porém diz algo realmente verdadeiro: "e quem é quem pra falar de alguém?"

-Nada!
Seria como um "atire a primeira pedra". Considerar-se perfeito neste mundo está fora de cogitação.
"penso, logo existo" (...) "existo, logo erro."

E assim deveria ser.

Grandes idéias de grandes homens tornam-se ultrapassadas com o tempo. O que entendemos ser certo ou errado muda com o tempo ou o lugar. Ou os dois.
certo mesmo, só a morte..